Além da aposentadoria: planejando o futuro

Por Rafael Gabarra


Planejamento financeiro para quem quer complementar a aposentadoria

O brasileiro contribui compulsoriamente para o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), sendo os benefícios um direito de todos. Apesar disso, a Reforma da Previdência trouxe para as pessoas inúmeras dúvidas quanto à estabilidade e à segurança financeira quando se aposentarem.


Para isso, se fazem necessário alguns procedimentos para garantir um futuro mais tranquilo. Tratarei de como é a Previdência Social, e após, a diferença entre duas possíveis modalidades de complementação: Previdência Privada e Poupança.


Previdência Social


É um seguro social em que o trabalhador participa através de contribuições mensais ao INSS. Essa contribuição, visa garantir ao trabalhador segurado, uma renda para quando ele não puder mais trabalhar, tanto pela idade avançada como pelo tempo de contribuição de 30 anos para mulheres e 35 anos para homens, quanto por meio de benefícios como auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte.


A contribuição de quem trabalha atualmente, serve também para os que já estão aposentados, e este seguro é um direito fundamental de todos previsto em lei, ou seja, sua contribuição é compulsória nos casos de trabalho registrados em carteira.


Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991
Art. 1º A Previdência Social, mediante contribuição, tem por fim assegurar aos seus beneficiários meios indispensáveis de manutenção, por motivo de incapacidade, desemprego involuntário, idade avançada, tempo de serviço, encargos familiares e prisão ou morte daqueles de quem dependiam economicamente.

Previdência Privada


É uma aposentadoria que não está ligada ao sistema do INSS, tornando-a complementar à Previdência Social. Esse tipo de plano pode ser fechado, oferecido por uma empresa apenas para seus funcionários por meio de uma fundação. Ou aberto, que estão disponíveis para qualquer pessoa, oferecidos em bancos ou corretoras.


Essa modalidade começou a ser cogitada por aqueles que não se sentem seguros com as contas públicas e uma possível crise no sistema previdenciário público, ou que possuem uma renda que permita sustentar esse investimento.


Ela pode ter tributação regressiva ou progressiva. A primeira é a mais indicada para quem pretende manter o plano por maior tempo. Já a progressiva, tem taxa de 15%, que é cobrado na hora do resgate do valor.


Além disso, todo o setor de Previdência Privada é fiscalizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão do governo federal.


Poupança


Vivemos nos tempos em que qualquer pessoa pode investir, e dentre as opções, temos a Poupança. Considerada segura, por ser um investimento de baixo risco, possui consequentemente, baixo rendimento. O dono da conta ganha por deixar o dinheiro guardado e em geral, a poupança rende 0,5% ao mês do valor lá existente, e não há pagamento de taxas.


Por ser uma modalidade criada para poupar o dinheiro, não para movimentá-lo, não se pode receber o rendimento em qualquer data. A movimentação permitida é a mais básica, que consiste em dois saques, duas transferências e dois extratos por mês.


Com um planejamento financeiro e previdenciário adequado, é possível sim garantir um futuro mais seguro e tranquilo para você e sua família.


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